Manual Prático do Critico Musical, Vol. 1, por Vitrola Virtual

Postado em Recomendados em Setembro 13, 2009 por Marcos Rodrigues

Prefácio:

Se você está desempregado, despesperado e vê um anúncio por aí: “Precisa-se de critico musical”, está tão fudido que resolve se arriscar a responder o mesmo, no entanto, não faz a minima ideia de como criticar musica, não entende lhufas do que seja uma partitura, tablatura, cifra ou o que o valha, não se preocupe, eu Marcos, o Mr. Vitrola e o intrépido Fila Benario (que faz jus ao “sobrenome”), assim como diria Peter Frampton, lhe mostramos a direção, como diria Silvio Santos, lhe abrimos as portas da esperança e, finalmente mas não menos importante, como diria aquele humorístico da tv: “SEUS PROBLEMAS SE ACABARAM!!!”. Nós temos o prazer e a honra de ir aonde qualquer pessoa com discernimento jamais esteve e apresentar o primeiro MANUAL PRÁTICO DO CRITICO MUSICAL VOLUME 1.

Introdução:

Esse manual foi escrito via MSN por este que vos escreve e pelo já citado Fila, então peguei o histórico e dei só pequena garibada, retirando nossos comentários e corrigindo alguns erros de digitação, mas ainda assim mantendo a crueza e capturando os comentários em seu estado natural (você pode guardar essa frase para usar em suas críticas, quando for comentar alguma gravação tosca), se você for um desses que acha que o Rock’n'Roll é uma donzela amarrada aos trilhos de um trem, ou é a princesa Toadstool, que precisam de salvação toda hora, siga a risca todas regras abaixo e se dará muito bem!

Capitulo Único:

regra #1 heavy metal é uma porcaria

regra #2 anos 80 foram uma porcaria

(exemplo de utilização das regras acima: Iron Maiden é uma porcaria, suas musicas só falam do demonio e seus fãs são bandidos ou velhotes que acham q são adolescentes ou simplesmente adolescentes)

regra #3 Noel Gallagher é um Guitar Hero

regra #4 para internacionais: mesmo que vc não entenda nada da musica deles Radiohead e Bjork só compões maravilhosas obras-primas da cultura pop e estão a frente do seu tempo

regra #4 para nacionais: mesmo que vc não entenda nada da musica deles Los Hermanos e Cansei de ser sexy só compões maravilhosas obras-primas da cultura pop e estão a frente do seu tempo

regra #5 Todas as bandas que contêm Jack White são a salvação do Rock

Regra #6 embora pareça contraditório diga quem velvet underground foi muito mais criativo e influente que os Beatles, The Who ou Led Zeppellin, além de conteudo lirico-estetico muito mais apurado. (embora essa historia de conteudo não faça sentido nenhum)

Regra #7  bossa nova do Tom Jobim, Maestro Vinicius de Moraes ou João Gilberto é coisa de velho, mas a do Pizzicato Five é inovadora e visionária

regra # 8  nunca existiu uma cantora tão inovadora e poderosa quanto Cat Power, desbancando até mesmo Janis Joplin

regra # 9 Is This It do The Strokes é melhor disco de rock já lançado nos ultimos anos (depois do Be Here Now)

Regra #10 Mallu Magalhães é Cat Power brasileira (mesmo que suas musicas sejam copias descaradas e insossas do Bob Dylan)

regra 11 # Jonas Brothers: Não surgia uma irmadade tão influente inovadora no mundo da musica desde a união dos irmãos Gallagher (há quem diga que, antes, houveram os irmãos Van Halen, Young e Cavalera mas eles são irrelevantes…)

regra #12 Los Hermanos, foi a primeira banda a misturar samba com guitarras eletricas, Jorge Ben jamais conseguiu a tamanha façanha com a mesma maetria da dupla Camelo e Amarante

regra #13 Kurt Cobain é Deus

regra #14 Daniel Johns tentou ser Deus e não conseguiu (mas Matthew Bellamy do Muse é um serio candidato)

Regra #15 Sonic Youth está para os anos 90 como Velvet Underground pros 60

Regra #16 todas as bandas com um “The” na frente são salvações do rock

The Strokes, The Vines, The Hives, The White Stripes, The Libertines (

exceto o The Doors que era formado por um bebado, maniaco sexual e canastrão)

regra # 17 o que faz The Libertines ser infinitamente superior que Sex Pistols, Ramones e Alice In Chains é pq Pete Doherty sabe usar drogas e não morreu de overdose

Regra #18 o que o System Of a Down fez é infinitamente superior ao Faith No More, Serj Tankian um genio, enquanto Mike Patton é só um tresloucado

Epilogo: Essas são as regras básicas pra sair escrevendo para determinados veículos da mídia por aí, podemos, a qualquer momento, lançar um novo volume, ou uma versão aperfeiçoada do mesmo.

OBS: Esse texto foi escrito e deve ser entendido no contexto humorístico se você se sentir ofendidinho e quiser nos chamar de bobos e falar que vai nos pegar na saída, problema é todo seu, ninguem mandou você ler. =P

Beatles Day – Uma singela homenagem

Postado em Idols and Influences em Setembro 9, 2009 por Marcos Rodrigues

Acabei de consertar uma heresia, um verdadeiro lapso na minha vida: eu assisti ao famosíssimo show no teto da gravadora Apple, a própria gravadora dos Beatles, não a firma do Steve Jobs que faz computadores, Ipods e afins… rs. Isso mesmo, não estou exagerando nem um pouco, porque tudo o que se refere aos Beatles simplesmente TEM que ser superlativo! Penso que não há espaço nesse Blog para descrever o quanto gosto dessa banda muito menos o quanto eles foram criativos e influentes, basta apenas dizer que, simplesmente, quarenta anos após o fim da banda, eles ainda são capa de revistas, e tema de videogames, e é a primeira vez que o mega-sucesso Rock Band da Harmonix se dá ao luxo de ter um episódio dedicado a uma única banda, aliás, é o primeiro jogo musical desse gênero que se dedica a uma única banda (o concorrente direto Guitar Hero já teve episódios dedicados ao Aerosmith e ao Metallica, mas neles eram contidas musicas de outras bandas que tinham algum tipo de relação com essas bandas). Voltando ao assunto, assistir àquele show foi algo mágico, eles não tocavam juntos haviam anos, nem se suportavam mais,mas estiveram lá pra mostrar sua música, é lindo ver as pessoas espantadas nas ruas, outras subindo nos prédios buscando um lugar de onde poderiam ver a maior banda de todos os tempos, estou escrevendo isso emocionado… “Get Back”, “Don’t Let Me Down”… tudo tão lindo, tudo tão simples, tão espontâneo … só o Fab Four tocando….fantástico, sensacional… até o amplificador do John falhando no segundo take de “Get Back” chega a ser interessante, mítico, ali estava um mito mexendo no seu ampli durante uma música, olhando incrédulo para a cara de outro mito, Sir Paul McCartney, que continuava a tocar seu baixo (o mais lindo do mundo) e cantar…. Não tenho mais o que dizer… abaixo o show no Youtube, não está com uma grande qualidade mas vale a pena…

Bom, de brinde o trailer do belo jogo The Beatles: Rock Band

Show no Villa’s!!

Postado em shows em Setembro 7, 2009 por Marcos Rodrigues

Abrindo um pouco o espaço para o merchan e a auto-indulgência aqui nesse blogue, venho convidar as pessoas que acessam essa bagaça pra ver o mega-show que faremos dia 19/09/2009, até hoje o nosso maior repertório!

Flyer Show Villa's

Flyer Show Villa's

Acertando as contas com a História (ou Mustafá FDP!!)

Postado em Futebol em Agosto 28, 2009 por Marcos Rodrigues

Desculpem o palavrão logo no título (Mustafá, não o FDP..rsrs), mas não me contive e tive que xingar esse senhor que deveria ser expulso do quadro de sócios da SEP, mas vamos ao que interessa:

Me lembro como se fosse ontem(5 anos se passaram rápido demais)…. o Palmeiras disputava pela primeira vez o campeonato de pontos corridos, estivera na série B um ano antes, liderava o certame, tinha melhor defesa e melhor ataque e contava com o artilheiro do campeonato: Vágner Love, a bem da verdade, fora eliminado por dois times pequenos, tanto do Campeonato Paulista quanto da Copa do Brasil, mas contava com um time bem armado e entrosado, praticamente o mesmo que levantara o titulo da série B anteriormente, Vágner despontava como a principal revelação das categorias de base do Palmeiras nesse século, artilheiro nas categorias de base em 2002 e 2003, despontou como promessa na campanha da série B, artilheiro da competição com 19 gols (ainda tendo se ausentado de várias partidas devido a disputa do Pan de Santo Domingo onde conquistou a medalha de prata e foi artilheiro da seleção Sub-20), foi também artilheiro do Paulista com 12 gols e já havia marcado 11 gols em 14 jogos pelo Brasileirão. Convocado pra seleção brasileira do técnico Parreira para a disputa da Copa América, veloz, matador, raçudo, parecia que víamos o surgimento do nosso mais novo ídolo, porém algo deu errado no meio do caminho, o presidente que, vejam só, não gostava de futebol, se recusou a dar um aumento ao jogador, que, vejam só outra vez, ainda recebia como jogador de base! Não contento com a negativa, esse senhor vendeu o nosso mais promissor jogador para um clube russo, o CSKA, onde ele esteve até ontem. Agora, em 2009, ele está de volta, e volta para um clube que está na liderança do campeonato e tem a melhor defesa, a grande diferença é que, hoje, contamos com um bom time talvez o melhor dos últimos 10 anos! Ele volta por amor ao clube? Não sei, ele já deixou bem claro que não quer mais se esconder na Rússia e pensa que jogando no Brasil tem mais chances de voltar a seleção (onde esteve novamente pelas mãos do técnico Dunga), mas por outro lado, sempre que pode, visitou o clube ou a academia, para rever seus ex-companheiros (ao contrário do que andaram dizendo ai e eu já escrevi aqui), e a negociação de que tanto se falou? E o suposto acerto com o Santos? E a tentativa do Flamengo? Simples, fogo de palha, só, notícias plantadas, nada além disso, “as fontes garantem”, a única fonte que me garante é a de Lindóia, da onde vem a água que eu bebo. Garanto que, a partir de agora, essa imprensa mainstream vai procurar pelo em ovo, vão se  inventar mil teorias da conspiração sobre a negociação, (todos se lembram do contrato com a Fiat não é? ), não vai haver o escarcéu que houve com Ronaldo no Corinthians (tá, eu reconheço, esse merece) ou com Adriano no Flamengo (que na minha opinião fez uma das jogadas mais anti-éticas da história, com a suposta aposentadoria e o acerto com o Flamengo) e com Fred no Fluminense (que hoje ocupa com merecimento a lanterna do campeonato), não será o “repatriamento de mais um craque” mas será um “crime” cometido, mania de perseguição? Aguardem as notícias e me cobrem depois…

O que eu espero (esperamos nós, palmeirenses)? Que ele venha e convença mesmo o Sr. Dunga de que merece estar no grupo para a Copa do Mundo, que venha com fome como dizem, com o sangue nos olhos e mostre o seu futebol, marque muitos gols e dispute o título até o final, terminando o que ele deixou por fazer em 2004 (por culpa de outros, que fique registrado). Para quem acha que ele pode ter acabado na Rússia, abaixo um videozinho com alguns gols dele lá:

Estou tão feliz que inclui uma bônus track, a partir de agora com a gente é assim:

Retribuindo e recomendando!!

Postado em Recomendados em Agosto 28, 2009 por Marcos Rodrigues

Estou aqui pra recomendar a leitura de mais um blog, dessa vez o recém inaugurado FBenario Music, blog sobre musica do meu amigo Fila, este que nos brindou com as suas brilhantes participações na coluna das bandas dos anos 2000, muito legal ter mais um amigo escrevendo! Estamos formando uma rede de novas idéias e conceitos =], como dizem por ai Tamo Junto!

Visitem: http://fbenariomusic.wordpress.com/

Vagner Love de volta ao Palmeiras..

Postado em Futebol em Agosto 28, 2009 por Marcos Rodrigues

Pois é,  onde o tal do Cosme Rímoli vai enfiar a cara agora heim??? Há mais de um mes escrevi este post, falando sobre esse assunto, e foi justamente o que aconteceu, certo seu Cosme Rímoli? Durma com essa, seu MENTIROSO!!!

Mais tarde volto aqui pra escrever mais um pouquinho, sobre Love e sobre música…rs

deixo um clipe para a trilha sonora dessa sexta:

Sum 41 – Does This Look Infected? (2002)

Postado em Recomendados, anos 2000 em Agosto 27, 2009 por Marcos Rodrigues

Essa é a última das resenhas que o Fila me enviou, espero que ele cumpra com o prometido e me mande as outras duas (a bem da verdade eu me comprometi a escrever mais umas 5 ou 6, mas até aí o blog é meu e se eu escrevo ou não é problema meu..rs), essa banda eu conheço bem pouco, praticamente só vi a jam com Tommy Lee e Rob Halford que o Fila citou e a musica do clipe ai… mas acho essa bem legal, melhor ainda porque ironiza justamente as bandinhas chatas dos 2000 (The Strokes, The Hives, the Vines, The White Stripes, me ocorreu agora, eles achavam que estavam inovando alguma coisa? Porque uns 40 anos antes deles tiveram uns tais de The Beatles, The Rolling Stones, The Kinks, The Monkeys, The Doors… ), bem, sem mais delongas com vocês Fila, o diplomata:

Ta bom, eu sei que o intuito da resenha é ressaltar a importância das bandas surgidas na virada do milênio, ou seja nos anos 2000. E como é do conhecimento de alguns e principalmente do Wikipédia, a banda canadense Sum 41 iniciou as suas atividades no ano de 1996, porém só em 2000 que a banda lançou o seu primeiro álbum “Half Hour Of Power

Bem, iniciando com uma breve biografia da banda, o Sum 41 foi formado pelos jovens: Deryck Whibley (Vocal e Guitarra), Dave Baksh (Guitarra), Jason MacCaslin (Baixo) e Steve Jocz (Bateria). O que difere o Sum 41 das principais bandas do chamado “Poppy Punk” da epoca, é a versatilidade musical da banda, onde a mesma mescla diversos estilos musicais em uma só canção, entre eles, Rap e até mesmo Heavy Metal (Não é a toa que a banda já realizou uma jam session com ninguem mais ninguem menos que Tommy Lee e Rob Halford e participou da homenagem ao Metallica no Mtv Icon tocando o medley: From Whom The Bell Tolls/Enter Sadman/Master of Puppets), além do habitual Punk Rock, referencias que são altamente percebidas no já citado disco de estréia do Quarteto: “Half Hour Of Power”.

No ano seguinte, o Sum 41 repete a formula musical só que dessa vez alcança o sucesso mainstream com o super bem sucedido “All Killer No Filler” que contava com os hits: Fat Lip e InToo Deep (ambas fizeram parte da trilha sonora do filme adolescente American Pie II). Porém algo mais tenebroso estava por vir.

Em 2002 a banda se tranca em estudio e lança no mesmo ano (na minha humilde opinião) o melhor disco de toda a carreira do Sum 41, o nervoso:” Does This Look Infected?”. Ao contrario dos albuns anteriores “Does This Look Infected?”ainda repete a formula musical onde se difundia a energia e rapidez do Punk/Hardcore, os vocais de hip-hop e o peso do Heavy Metal, só que dessa vez a influencia metal ficou mais explicita, o que se percebe nos “pesadérrimos” riffs de guitarras, nos solos dobrados, no baixo cavalgado e na bateria aceleradissima.

“The Hell Song”, o primeiro single do album, já abre o disco com um poppy punk sim, porém diferente de todos os já executados pela banda em albuns anteriores. “Hell Song” tem um andamento acelerado e guitarras pesadas (o fato de Deryck e Dave afinarem suas guitarras meio tom abaixo do já utilizado, contribuiu muito para o peso do disco). Um grande destaque fica para o elaborado solo de guitarra do Dave, e os gritados vocais de Deryck, alcançando notas altissimas. Outro grande destaque fica  para o engraçadissimo Videoclipe da canção

O disco segue com os excelentes Hardcore’s: “Over My Head (Better Off Dead)” e” My Direction”, um perfeito aperitivo para o massacre sonoro que estava por vir: “Still Waiting”. Na minha opinião não é somente a melhor musica do Does This Look Infected?, mas sim a melhor musica de toda a carreria do Sum 41, um Punk Rock nervoso, sem frescuras, onde Deryck mas uma vez se destaca com o seu agressivo vocal, as guitarras pesadas mais uma vez se faz presente, porém o grande destaque fica para os arranjos de bateria com o uso abusivo dos doubles (até então utilizado somente por bateristas de metal). Até o Marcos chefe-mor desse blog já confessou gostar muito dessa musica. Não é a toa que virou single.

O Album segue com a pesada e curta “A.N.I.C”, onde os doubles se faz presente novamente. “No Brains”, a proxima, pela introdução já se imagina uma canção com os caracteristicos vocais hip-hop, mas ai que vc se engana meu caro leitor (aqui caberia a famosa citação de Zagalo), apesar do andamento incial, “No Brains” se transforma em um brutal Hardcore, com grande destaque nos afinadissimos Backing Vocals de Jason e Dave. O disco prossegue com a animadissima “All Messed Up” que relembra o velho Sum 41 poppy punk, mesmo assim há um peso sobre a canção.

“Mr. Amsterdam” é a representante clara do Heavy Metal no album. O caracteristico solinho de guitarra na introdução, os pesados riffs, os berros guturais, o double na bateria, é de fazer qualquer Headbanger chacoalhar a cabeleira. Outra grande surpresa fica por conta de “Thanks for Nothing” que pela introdução de guitarra denunciava vir uma grande balada, mas “fomos surpreendidos novamente” com um Punk Rock rapido onde o baterista Steve faz os seus tradicionais vocais Hip-Hop.

Após o excelente Hardcore “Hyper-Insomnia-Para-Condrioid”. O disco encerra com as duas poderosas e pesadas “Billy Spleen” e “Hooch”. Na primeira após uma introdução de guitarra distorcida surge um esporro sonoro altamente pesado (Heavy Metal se fazendo presente de novo) que se transforma em uma batida swingada onde  Deryck e Dave dividem os vocais com enorme furia. Já “Hooch”, faz lembrar The Offspring logo na introdução, mas nada que venha ferir a criatividade sonora do Sum 41, pois os elementos musicais da banda se faz presente na canção, que após um andamento Punk Rock, um solo de guitarra digno de metal, ela se encerra serenamente a voz e guitarra, dando assim o seu tchau.

Após essa obra-prima o Sum 41 lançou mais um disco “Chuck”, que apesar de repetir em algumas canções a formula pesada de Does This Look Infected?, a banda emplacou nas principais paradas de sucesso do mundo com duas baladas: “Pieces” e “Some Say”.

No ano de 2006 enquanto Deryck aproveitava sua de mel ao lado da esposa Avril Lavigne, o Sum 41 sofre sua primeira baixa, a saida do guitarrista Dave, que descontente com a sonoridade do futuro album da banda, deixa a mesma para se dedicar integralmente ao seu recem formado grupo de metal “Brown Brigade”. No ano seguinte Underclass Hero é lançado, um bom album, mas sem a agressividade e o toque metal que fizeram do Sum 41 uma das melhores e versatis banda de Punk Rock da atualidade.

Videoclipe:
Still Waiting:

Esse Vitrola é bão mesmo!!

Postado em Uncategorized em Agosto 26, 2009 por Marcos Rodrigues

Originalmente publicados nesse post esses comments garantem o furo dado antecipadamente! Durma com essa, imprensinha..kkkkk

  1. Alice in Chains – Black Gives Way To Blue (Singles): Eu gostei muito do que eu ouvi também, acho que esse cd promete, e conseguirá ressuscitar toda a energia e magia Grunge.

    Sobre o revival dos anos 90 não podemos esquecer do: Blur, No Doubt, Jane’s Addiction e Creed.

    Agora a minha torcida fica para: A Volta do The Cranberries (só faltam eles pra voltarem), pro cd do Red Hot tbm (apesar de eu ter gostado mto do ultimo) e que o Billie Joe do Green Day pare de ouvir o “Tommy” e volte a ouvir o “Rocket to Russia”!!!

  2. porra, nem sabia que essas bandas estavam voltando..rs, whatever, eu nunca fui fã delas mesmo..kkkk
    The Cramberries é bom, pode voltar, aprovado!
    O Fila, ainda bem q a gente já falou sobre o Green Day esses dias, senão a gente ia ter que “se entender”, pois aqui nessa página não se fala mal do Iron Maiden (do No prayer… pra frente pode kkk), Deep Purple, Beatles, Led Zeppelin, Queen, The Who e Palmeiras…hauahauahauah

  3. E DEUS OUVIU AS NOSSAS PRECES:

    http://www.zonapunk.com.br/news.php?id=11579

    Mais uma vez o Vitrola Virtual dando um furo de reportagem huahuahuahuahuhauhauhauhua

  4. Vitrola Virtual dá o furo antes de todo mundo!! Durmam com essa Rolling Stone e Folha Ilustrada hauahauahauah

Só pra não deixar passar em branco….

Postado em Idols and Influences, Recomendados em Agosto 26, 2009 por Marcos Rodrigues

Já está lá no Youtube (na verdade eu vi no www.delfos.jor.br) a prévia do novo DVD do Mr. Big que deve chegar às lojas um dia desses…hahaha, a bem da verdade, na minha opinião o Mr. Big é a banda que melhor se vira com a técnica musical fenomenal de seus musicos, conseguem demonstrá-la sem suar auto-indulgente ou chato, ou seja, os caras fazem um puta Hard Rock com pegada e atitude…. e virtuosismo! (Malmsteen e Kiko Loureiro, estou olhando pra vcs….)

lá vai o solo sensacional que tá no vocêtubo

Quando uma musica enche o saco (e como salvá-la)

Postado em Uncategorized em Agosto 21, 2009 por Marcos Rodrigues

Estou aqui pra comentar sobre uma das musicas mais carne-de-vaca de todos os tempos, a tal da “Fear Of The Dark”do Iron Maiden. Todos que passam por aqui sabem que sou fã do Iron e tenho o Bruce como uma das minhas maiores influências como vocalista, todos sabem também que pra mim essa musica não vai (coisas que gente demais gosta geralmente me desagrada, enfim….), principalmente depois do fato dela ter entrado no set-list da última turnê de maneira inexplicável, já que era a “Somewhere Back In Time World Tour” contendo apenas os clássicos dos anos 80, sem essas musicas de cair o cu da bunda que o Iron Maiden faz em grande quantidade desde os anos 90 (é, eu sei, tem algumas musicas boas nos discos também…). O legal é que por esses tempos, passeando ai pela internet (desde o saudoso KazaA até os Youtube e Myspace da vida), encontrei 3 versões interessantes vou postá-las e comentar um pouco:

Graveworm: O Graveworm é uma banda ítalo-germanica do tal do Black Metal Sinfônico, faz um som similar ao Dimmu Borgir e Crade Of Filfh, começou a carreira nos anos 90 e tem trocentos discos lançados (informações de verdade sobre a banda lá no site oficial) e a versão apresentada está presente no álbum Scourge Of Malice (2001), como é de se esperar a musica ficou muuuito mais pesada e mais rápida, além de ter os vocais nas passagens rápidas substituídos por vocais guturais, o destaque mesmo fica para a melodia vocal das duas passagens lentas, executada por um violino! (tenho que confessar: é de arrepiar!!) e também o solo de guitarra na passagem mais cadenciada, executado por uma gaita de fole, o que acrescenta muito a versão! Confira:


Van Canto: O Van Canto é uma banda que será resenhada aqui em breve, por enquanto basta saber que ela surgiu nos anos 2000 e alguma coisa (pois é, vai pra coluna dos anos 2000) e que tem como seu grande diferencial, simplesmente, não usar instrumentos exceto pela Bateria, ou seja, são 5 vocalistas que fazem todo o instrumental com as vozes, pra mim, um cara que já cantou em corais e tudo, não é grande novidade, já que tem lá suas semelhanças com o trabalho que fazíamos, mas no mundo do Heavy Metal é algo inédito! Legal que existem os mesmos efeitos usados nas guitarras, nas vozes, os solos parecem mesmo guitarras de verdade!


Ethereal: Esse eu nunca tinha ouvido falar, segundo consta na descrição do próprio vídeo no Youtube, é uma banda de Black Gothic Metal (me parece ser algo na linha do Tristania) oriunda de Bogotá, na Colômbia, a versão de “Fear Of The Dark” consta no álbum “Shroud of Flesh”, outras informações? Boa pergunta…. o que torna a musica especial? As partes lentas contam com uns arranjos de teclado bem legais e vocais femininos, já as rápidas, apesar de começar ainda mais rápido que a do Graveworm, logo fica bem parecida com a original, parte do solo de guitarra foi substituído por flauta, muito legal, e uma passagenzinha mais gothic que substitui uma mais cadenciada… se alguém conhecer algo mais dessa banda me de um toque, parece ser bastante legal!