Off – Post do Vitrola Virtual na primeira página do Google!!

Publicado em Uncategorized às Julho 1, 2009 por Marcos Rodrigues

Eu tentei compartilhar minha experiência com a Plotter da Xerox e acho que consegui! o Off-Topic falando sobre ela já se tornou o mais acessado da curta história do blog, até mais que uns dois polêmicos ai…rs

Veja abaixo o print:

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Ps: Estou pensando ainda se escrevo algo sobre o Michael Jackson, não quero parecer oportunista e não sou um grande fã, mas reconheço a importancia dele para a musica e para a cultura pop. =]

Off – Xerox 2230ij/Encad Cadjet 2

Publicado em Informática com as tags , , , , , , , , , às Junho 24, 2009 por Marcos Rodrigues

É fato que o tema principal do blog é musica e eu já mandei um off-topic ontem, mas como já avisei ontem, esse é sério e visa ajudar as pessoas que podem estar sofrendo de falta de informações como eu. Não tenho pretensão alguma de escrever um artigo técnico, ou algum tipo de how to para configuração/manutenção das impressoras, apenas relatar a minha experiência e mostrar um apanhado de informações e até “achismos”, visto que a documentação é de difícil acesso e os tópicos em fóruns são escassos e muitas vezes não resolvidos.

Em primeiro lugar, a Plotter a qual eu tenho acesso é a da Xerox, as duas, apesar de serem de empresas diferentes são similares, só não digo idênticas pois da Cadjet 2 só tive acesso aos manuais de usuário e serviço. Ambas são modelos um tanto antigos (o manual da Cadjet data de 1995 e a atualização de firmware mais recente para ambas é a 1.22 que data de 2000) usam cartuchos de tinta HP e são compatíveis com impressão HP GL, HP GL/2 e HP- RTL (reza a lenda que a placa controladora é fabricada pela HP). Esta impressora já estava instalada e funcionando normalmente quando eu comecei a trabalhar lá, em julho de 2008, conectada a PC com Windows XP instalado, que servia como servidor de impressão para ela e mais duas impressoras. Algum tempo depois tivemos problemas com a correia, fiquei incumbido de encontrar alguém que fizesse o serviço de substituição, procurei no próprio site da Xerox, por assistências técnicas na região e chamei um técnico de uma das autorizadas (num acesso no dia de 24/06/09 já não constava mais no site http://www.office.xerox.com/cgi-bin/dmoresloc.pl) para fazer o serviço, ele esteve na empresa algumas vezes, tentando resolver primeiro em campo, depois levando a impressora para laboratório próprio em partes, num processo totalmente reprovável a meu ver), enfim, tivemos uma surpresa desagradável, o cabo flat interno teria que ser substituído também, a razão? Não sei, afinal o problema até então era só o desgaste da correia. Feito o serviço, nova surpresa, não conseguíamos imprimir de maneira alguma, o mesmo técnico esteve lá agora com um driver da Cadjet, o que fizemos e funcionou bem, até que precisamos remover o PC em que ela estava instalada, substituindo por um Print Server D-Link 300 U, que inicialmente funcionou (com o driver Xerox) e depois parou novamente, tentei com um PC com Linux, compartilhado com Samba e Cups, que se mostrou razoavelmente bom para as duas outras impressoras, funcionando e compartilhadas normalmente, mas impossível de ser utilizado por essa plotter, ressaltando que não existe driver da Xerox ou Encad para Linux, mas o driver da HP Designjet 750 se mostrou compatível (ao menos para imprimir páginas teste), impossível porque os outros PC’s da rede mandavam seus trabalhos pra ela que simplesmente ignorava e cortava uma tira de papel, relatando como Job concluído na interface gráfica do Cups. Resolvemos voltar pro Print Server, que com atualização de firmware melhorou bastante na velocidade com as outras impressoras, mas ainda nada com a plotter, tentei mesmo ligar diretamente a outros dois PC’s com Win XP e… nada, procurei por atualização de firmware, baixei tanto da Xerox, quanto da Encad, não consegui estabelecer comunicação pela porta LPT1 conectado a nenhum dos PC , testei com outros cabos, enfim, todos os procedimentos de praxe, conseguindo finalmente quando instalei o Windows 98, constatei que foi pela falta do MS-DOS embutido que o 98 tem, mas o XP não, atualização esta que tornou a máquina inoperável, e pior, perdeu a comunicação inclusive com o win 98, ou seja não posso voltar o firmware anterior. Estou em contato com técnico de outra autorizada, pois foi decisão tomada pelos donos da empresa, estou no aguardo de uma proposta com os valores da visita, quando se concluir o caso voltarei aqui pra postar a parte 2. =]

Deixei parte de suporte técnico e documentação oficial para um parágrafo especial, no site da Xerox pode se encontrar, além da página para as assistências técnicas, uma outra para suporte & drivers, e também um link para o “especialista online”, recomendo que quando tentar o download marque todos os SO e English (http://www.support.xerox.com/go/results.asp?Xlang=pt_BR&XCntry=BRA&prodID=xes_2230ij&ripId=&Xtype=download), pois não existe driver em português e você ainda terá acesso a todos os softwares disponíveis, inclusive o firmware e softwares de configuração exclusivas para várias versões do AutoCAD (infelizmente não para a que uso), no link documentação não se encontra absolutamente nada, em língua alguma, não recomendo o uso do “Especialista Online, são as já conhecidas pessoas despreparadas e vão te pedir pra usar o suporte telefônico para resolver o seu problema, suporte este que não te ajudará em nada, e repetirá como um mantra que a Xerox não dá mais suporte a essa impressora, ou no máximo te indicará o próprio site da Encad (ficará ainda pior se sua impressora for adquirida de terceiros como é o meu caso). Já no site da Encad, bem, da Kodak na verdade, já que a Encad é subsidiária (http://www.encad.com/Support/Printer%20Reference/CJ2.asp obs: redireciona para o site da Kodak) pode-se encontrar alguma documentação como os já citados manuais de serviço (em inglês) e do usuário (em inglês, português e francês), não me arrisquei muito com o manual de serviço, afinal não conheço muito eletrônica e não me atreveria a abrir uma impressora da empresa, já o de usuário eu dei uma boa olhada, o traduzido pra português parece que foi traduzido por algum software qualquer pra português de Portugal, portanto se quiser entender o mínimo que seja prefira a versão original em inglês(bem, francês eu não sei nada, se fosse em espanhol ou italiano dava pra pensar…rssrs), já suporte telefônico da Encad não consta para o Brasil, e provavelmente a Kodak do Brasil não deve dar suporte para Encad.

Muito bem, está ai o meu relato, vou tentar divulgá-lo da melhor maneira possível e espero que outras pessoas também acrescentem informações, visto que existem muitas impressoras dessas por aí (eu sei de mais duas, uma funciona, outra não e aparentemente teve mais problemas que a minha) e muitas usadas a venda na internet, e eu recomendo uma boa pensada se vale a pena adquirir um produto desses usado.

Acréscimo, E-mail recebido da assistência:

Marcos

Boa Tarde!

Segue valor de atendimento técnico da plotter 2230 na cidade de Vinhedo.

Valor da visita técnica:R$350,00

Obs:Se acaso houver necessidade de troca de peças ,será enviado um orçamento à parte.

Recordes de audiência!

Publicado em Uncategorized às Junho 24, 2009 por Marcos Rodrigues

Olha o Vitrola batendo recordes de audiência desde sua criação em 09/2008, continuem divulgando a campanha, a noite, quando estiver em casa, escreverei o tal post sério!

Off – Moda bambi: 2009, 2010 e 2011

Publicado em Futebol com as tags , , , às Junho 23, 2009 por Marcos Rodrigues

Olá, Mundo!

Nossa como faz tempo que não escrevo não é? Andei olhando as estatísticas aqui e estou dando traço igual a um certo paladino da ética, moral e bons costumes por ai, é que tenho andado distraído, impaciente e indeciso…

Aproveitei a onda de inspiração da minha irmãzinha pra vir aqui deixar um post off-topic e, por que não, tirar uma onda daqueles que treinam chuveirinhos e gols impedidos do outro lado do muro?

É dei uma pausa nos posts sérios e “cultos” pra relaxar e zoar um pouquinho, afinal, eu mereço também! Mas prometo que pra amanhã tem um outro post off-topic bem mais sério e útil, relatando minha experiência recente com a Plotter Xerox 2230ij/Encad Cadjet 2.

Reparem no talento e criatividade da mocinha com o tal do “fotoxopi”

Em primeiro lugar a campanha iniciada domingo por mim e meus amigos Fila e Ximú:

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Agora a previsão para a nova campanha de marquetingue do Jardim Leonor, à ser lançada no final de 2010:

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E, é claro que não poderia faltar o filme contando toda a saga dos “diferenciados” na segundona:

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Pra fechar, aproveitando o embalo, essa não é da Mylene, nem sei de quem é pra dar o Crédito mas eu roubei do Globo Esporte: lembra as 10 eliminações seguidas de campeonatos mata-mata (e lá vem mais uma a sul-americana 2009)

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Bom, fica assim galera, amanhã eu volto com algo útil, por enquanto riam, apóiei, fiquem putos, subam nas tamancas e façam o que quiserem! Só não vale dar o c*!

PS: Quero ver se alguem acerta todas as referências que eu deixei ai no texto, tem uma escandalosamente fácil…rsrsrs

Dissecando o Guns’n’Roses

Publicado em Dissecando com as tags , , às Abril 12, 2009 por Marcos Rodrigues

Em primeiro lugar gostaria de deixar claro que ao contrário do que os que lerem esse título podem imaginar, eu gosto sim do Guns e não desejo que eles morram (rsrs), em vez disso gostaria de uma reunião com a formação clássica (impossível a meu ver), mas vamos ao que interessa:

O Guns surgiu no meio da década de 80, em meio à explosão do Hard Rock, do exagero visual e da extrema exposição desse estilo pela mídia (principalmente na então recém criada MTV americana), é também uma banda de Hard Rock, mas tem algumas pequenas, mas fundamentais, diferenças das bandas da época, como o visual um pouco diferente e não tão exagerado (um pouco mais largado pode-se dizer) e o som mais agressivo e direto, ambas as coisas ocorriam pelo fato da banda ter uma nítida influência de Punk Rock (mais tarde até regravaram algumas musicas como Attitude do Misfits no álbum de covers Spaghetti Incident?), isso tudo aliado a voz peculiar, a polêmica postura de rockstar (e louco) do vocalista Axl Rose (e também o fato dele ter se tornado um sex symbol) fez a banda tomar de assalto a já movimentadíssima cena americana e ser alçada logo no álbum de estréia (tiro o chapéu o, Appetite For Destruction é sensacional) ao primeiro lugar das paradas.

Agora analisando a banda em si, lembrando que não sou nenhum grande musico, mas tenho certo conhecimento da causa, portanto às vezes posso escrever alguma besteira ou avaliar menos tecnicamente e mais pelo feeling do que um musico com mais conhecimento faria.  No começo da carreira eles faziam esse som mais sujo, que começou a se descaracterizar nos álbuns Use Your Illusion I e II que, apesar de conter boas musicas ,a megalomania do Axl já começava a tomar conta, e culminou no “eu atiro pra todos os lados” Chinese Democracy (que merece um post só pra ele). Ao contrário de muitas pessoas eu não acho o Axl um grande vocalista, seus principais méritos são sua voz peculiar e sua presença de palco (e todo o hype que se criou em torno dele), mas não é um vocalista muito técnico, não tem grandes variações além do grave/médio limpo e do agudo rasgado, perde bastante ao vivo e atualmente não tem o mesmo gás, nem mesmo em estúdio, já o instrumental funciona bem, Slash não é um virtuose como vários guitarristas de Hard, pelo contrário, trabalha mais com feeling do que com técnica (apesar de que nessa linha eu acho o Joe Perry bem superior, por exemplo), e agora a declaração mais polêmica do blogueiro: eu acho que Slash deve boa parte da sua fama ao outro guitarrista, Izzy Stradlin, pois ele compôs a maior parte das musicas no tempo em que esteve na banda, dando o suporte para que Slash fizesse o seu trabalho, a “cozinha” é também bem pesada e não tão técnica (mudou um pouco na época do Matt Sorum que é um puta baterista e, na minha opinião, o melhor músico que já passou pelo Guns).

Concluindo, não vejo no Guns’n'Roses uma banda genial, vejo uma banda boa e com algum diferencial e que estava no lugar certo e na hora certa, visto que a imprensa americana adora criar ou eleger “melhor banda de todos os tempos da última semana” e criar hypes, mas ainda assim, o Guns é superior a TODOS os hypes criados depois deles, senão não teriam sobrevivido ao abandono do Hard Rock e o surgimento do Grunge (mas isso é uma outra história que fica para uma outra ocasião).

Pronto, podem jogar as pedras =P

O Último Reino – Bernard Cornwell

Publicado em Ficção às Fevereiro 21, 2009 por Marcos Rodrigues

Não vou apresentar Bernard Cornwell denovo, já escrevi 3 posts sobre ele, quem tiver interesse basta procurar no blog por “As Crônicas de Artur”, “A Busca do Graal” ou “As Aventuras de Sharpe” =P

Estou aqui pra falar de mais uma série de livros do Sr. Cornwell, “As Crônicas Saxônicas”, da qual essa obra é a primeira parte. “As Crônicas” contam a história (real) do rei Alfredo de Wessex (o último reino saxônico numa Inglaterra dominada pelos invasores dinamarqueses) e de seus filhos, para criarem um único reino britânico (saxônico =P) e cristão. Assim como em “As Crônicas de Artur” (onde há o Derfel), Cornwell insere o narrador-personagem Uhtred Ragnarsson (que aqui fica até mais em primeiro plano que o Derfel), filho do ealdörman Uhtred da Nortúmbria, que teve suas terras conquistadas e sua família assassinada durante um dos ataques viking (mais tarde seu tio invejoso assume as terras como vassalo dos dinamarqueses), e acaba sendo adotado pelo earl Ragnar e é criado em meio aos dinamarqueses como se fosse um deles, por acasos do destino Uhtred vai parar do “outro lado”, junto aos saxões de Wessex, lutando pelo rei Alfredo.

O interessante é notar esse dualismo em Uhtred, estando entre os “seus” (apesar de serem reinos saxões Nortúmbria e Wessex eram países diferentes), preferia estar com os dinamarqueses, no entanto tem a obsessão de recuperar a fortaleza e as terras de seu pai na Nortúmbria, pelas próprias mãos (não tento aceito ser empossado pelos dinamarqueses earl naquelas “bandas” pois assim seria mais um fantoche e não um senhor!)

Observações:

1 – Cornwell chama os invasores simplesmente de dinamarqueses e não de vikings como normalmente é feito, e explica que viking era a maneira do ataque, rápido, de surpresa e não o nome dado ao povo em si (eu mesmo me referi a um ataque viking ai no texto).

2 – A série ainda não está terminada, além d’ O Último Reino, existes os volumes: “O Cavaleiro da Morte”, “Os Senhores do Norte” e “A Canção da Espada”, perguntado quantos volumes seriam escritos, o autor disse que seriam mais do que quatro e menos do que doze.

3 – Eu não quis falar muito sobre Alfredo, me focando mais em Uhtred, porque ele age mais “nos bastidores” nesse volume, prefiro falar dele quando tiver oportunidade de ler os outros.

A Lista de Schindler – Thomas Keneally

Publicado em Biografias às Fevereiro 6, 2009 por Marcos Rodrigues

Bem, vou finalmente cumprir a promessa que fiz de falar sobre esse livro! A grosso modo é uma biografia em forma de romance, porém isso é muito pouco pra descrever esse livro!

Logo na introdução o autor já avisa, aqui Oskar Schindler é descrito de uma maneira muito próxima da realidade, como uma pessoal normal, sujeito a falhas, excessos, desejos, enfim um ser humano e não uma espécie de santo, o que torna o livro ainda mais interessante!

Oskar Schindler era um jovem que, apesar de casado, era um bon vivant, filho de um industrial alemão, que vai à Polônia com intenção de conquistar riquezas (e tinha uma desculpa de ser informante da SS, assim não precisou se alisar), chegando lá adquire uma antiga fabrica de esmaltados (aquelas panelas antigas, com certeza sua vovó tem uma, a minha tinha pelo menos =P) que fica popularmente conhecida como Emalia através da ajuda de um amigo judeu, nessa mesma época os alemães estavam separando os judeus e os enviando para os guetos, Schindler contrata vários funcionários judeus para sua fábrica, mais tarde quando começam os campos de concentração ele consegue manter seus judeus dentro de sua fábrica, a baseado no fato de sua industria ser primordial ao esforço de guerra (e também a base de subornos), e depois que o campo próximo a fábrica se fecha, Oskar faz seu grande esforço: transforma sua fábrica numa fábrica de munições (que não funcionam!) e elabora sua celebre lista contendo o nome dos funcionários “especializados” dos quais ele precisava, e o livro também conta como foi a vida de Oskar depois de tudo isso. Bem não vou contar o livro inteiro aqui =]

Algumas considerações: O autor descreve algumas maneiras de como eram tratados e transportados os judeus, e é simplesmente terrível, uma coisa de se dar asco, tristeza e medo ao mesmo tempo, tudo o que eu viesse a escrever aqui seria pouco pra descrever, eu espero sinceramente que nunca mais aconteça algo semelhante, até o fim dos tempos!

É impressionante ver como Oskar teve coragem e astúcia para fazer tudo o que fez, ele abriu mão de toda a sua fortuna, chegando inclusive a ser preso e também a fugir sem rumo ao termino da guerra (não é spoiler todo mundo sabe que aconteceu), além de ter se envolvido em todo tipo de logros, negociatas e subornos para livrar sua pele e de seus judeus.Em tempos de ganância desmedida em que não se perdoam nem pais e filhos….

Apesar de bem pouco, há citações a Joseph Mengele (o Anjo da Morte) no livro, ele foi um dos oficiais-médicos do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, e cometia todo tipo de crueldade, e me deu uma sensação muito estranha e ruim quando li a respeito, sabendo que esse sujeito morreu aqui mesmo no estado de São Paulo, velhinho, na praia, como se fosse a pessoa mais pacifica do mundo e nem sequer foi julgado por seus crimes.

Bem, acho que extrapolei o texto sobre o livro e acrescentei algumas reflexões pessoais ai, mas foi exatamente o que pensei enquanto estava lendo!

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Músicas que eu gosto de bandas que eu não gosto!

Publicado em musicas que eu gosto de bandas que não gosto com as tags , , , às Janeiro 31, 2009 por Marcos Rodrigues

Bem, estou ressuscitando esse blog, para tanto estou escrevendo um post relâmpago, faz parte da nova série que tive idéia (é agora não sei mais escrever), a série vai se chamar: “músicas que eu gosto de bandas que eu não gosto”.

Vamos ao que interessa: a música é do Oasis, e é da época que os irmãos Liam e Noel Gallagher ainda não vomitavam arrogância e declarações absurdas na imprensa, como desafiar Paul McCartney/George Harrison e Mick Jagger/Keith Richards para uma luta de boxe (ora, e alguém realmente precisava lutar boxe pra bater nesses velhos caquéticos?), e ainda não se achavam melhores que os Beatles (impossível!!), naquela época era apenas mais uma banda do chamado britpop.

Mas e a música?? Ah, sim!! Claro!! A música é Champagne Supernova, um dos primeiros sucessos do Oasis (junto com Wonderwall e o  megaplágio chamado Don’t Look Back In Anger), a música começa calminha, com uma base de violão enquanto Noel faz uns “trampinhos” na guitarra, a interpretação de Liam também é bem legal, canta simples, sem os exageros e a afetação que o caracterizaram posteriormente, a música ainda tem um crescendo interessante, um belo refrão e, talvez, o melhor solo de guitarra do superestimado Noel.

Concluindo, não é a música mais original do mundo, mas é uma música que dá pra ouvir sem medo, eu nem noto os mais de sete minutos passando =]

Crônicas de Narnia – C.S. Lewis

Publicado em Fantasia às Janeiro 15, 2009 por Marcos Rodrigues

Como temos comentado bastante sobre adaptações ao cinema de livros, resolvi falar aqui sobre mais uma série que teve filmes que não fizeram justiça a obra.

Lewis alem de escritor, foi professor universitário, membro junto de um grupo de escritores chamado Inklings, da qual Tolkien também fazia parte, participava também da Igreja Anglicana, por isso esses livros estão lotados de referências ao cristianismo, mesmo estando num ambiente mágico de fantasia com direito a animais falantes, tempo que corre de maneira diferente do mundo real, papai noel e tudo!

O meu livro é um volume único que contém os sete livros dispostos numa suposta ordem cronológica, não na ordem que foram escritos ou lançados. Os livros em si são relativamente curtos e são bem mais focados nos diálogos, histórias e lições de vida aprendidas pelos personagens do que nas mega-batalhas que ocorrem no filme (a batalha final dos narnianos contra a feiticeira branca no livro se resolve em meia página e deve durar meia hora no filme ¬¬), bem vou falar um pouquinho de cada um:

O Sobrinho do Mago: Aqui o jovem Digory (o sobrinho do mago do título) e sua amiga Polly vão parar em outro mundo totalmente vazio e testemunham a surgimento de todas as coisas em Nárnia.

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa: Esse foi o primeiro livro escrito para a série, nele os irmãos Pevensie estão hospedados na casa do professor Kirke (o Digory do “primeiro” livro), quando encontram o guarda-roupa que da passagem a Narnia (e foi feito da madeira da árvore….. humm deixa pra lá rsrs), aqui encontramos o dilema de Edmundo, caindo em tentação e seguindo o “caminho fácil” da feiticeira branca e o sacrifício de Aslam para que esse pecado fosse expiado, aqui também os quatro se tornam Reis e Rainhas de Nárnia, e Pedro, o mais velho deles, se torna o Grande Rei.

O Cavalo e seu menino:
Esse livro se passa durante o reinado dos irmãos Pevensie, narra a aventura de um menino que foi salvo por um cavalo narniano na Calormania, somente Edmundo e Lucia aparecem nele (não me lembro exatamente se são esses dois porque faz um tempão que li..rs), não vou me prender muito a ele porque achei bem chatinho…

O Príncipe Caspian:
Esse se passa muitos anos após o retorno dos Pevensie a Terra, o reino de Nárnia praticamente se perdeu, e foi dominado pelos Telmarinos, os animais falantes foram banidos, esses mesmos animais exilados “seqüestram” o príncipe Caspian para que ele não seja morto, aqui os quatro Reis voltam a Nárnia para ajudar a conduzir Caspian ao trono e restaurar a antiga Narnia.

A viagem do Peregrino da Alvorada:
Três anos se passaram depois da coroação do Rei Caspian, ele empreende uma grande viagem, a fim de resgatar nobres desaparecidos, nesse livro já não temos mais a participação de Pedro e Susana, já que lhes fora revelado que eles estariam velhos demais pra ir até Nárnia, pois só crianças poderiam fazer isso, em vez deles aparece o primo Eustáquio, que em princípio caçoava da existência de Nárnia… (“censurei” meu comentário aqui rsrs)

A Cadeira de Prata: Esse livro não conta com nenhum dos quatro reis de Cair Paravel, (afinal agora nenhum deles tem idade pra ir até Narnia) apenas o primo Eustáquio e sua amiga Jill, se passa muitos anos depois do “Peregrino”, no fim do reinado do agora idoso Caspian, os dois partem para encontrar o príncipe Rillian que estava desaparecido, para que ele assuma o reinado.

A Ultima Batalha: Os Calormanos, com ajuda do macaco Manhoso, estavam enganando o povo, fazendo-os acreditar que Aslam e Tash (divindade dos Calormanos) eram um só, todos que foram à Nárnia se reúnem para fazê-lo novamente a fim de ajudar o Rei Trillian, com exceção de Susana, que havia crescido e, devido à preocupação com trabalho e outras coisas se esqueceu de Nárnia, No caminho eles sofrem um acidente de trem que acaba por levá-los até lá, neste livro muitas coisas se revelam, e o final até surpreende um pouquinho..rs

Resumindo tudo: tirando alguns pequenos tropeços, o(s) livro(s) é(são) muito bom(ns), para quem é fã de capas, espadas, magia, cabeças decepadas e fantasia é altamente indicado!

A Misteriosa Chama da Rainha Loana – Umberto Eco

Publicado em Romance às Janeiro 7, 2009 por Marcos Rodrigues

Bem, eu ia detonar esse livro e colocar na categoria “por que fui ler isso”, mas, como conheço pouco da obra do Sr. Eco, resolvi não detoná-lo (ainda..rs).  Eu conheci a obra de Umberto Eco através de seu livro mais conhecido, “O Nome da Rosa” (talvez post sobre ele também), e achei muito bom! Desde então, sempre que posso, leio algo dele, mas até agora nenhum correspondeu às expectativas criadas. Quanto ao “A Chama…” eu estava gostando bastante do livro até bem perto do final, afinal quanto à escrita e narrativa não há motivo algum pra reclamar!  O livro conta a historia de Yambo, um senhor de 60 e poucos anos que sofrera um acidente e ficara em coma, recuperando-se do coma com uma amnésia como seqüela. Após um curto tempo em sua casa, ele é aconselhado pela esposa a voltar à casa de campo que pertencera a seu avô, onde ele passou boa parte de sua infância, durante a segunda guerra mundial e onde se encontrava seus antigos pertences desse mesmo período, chegando lá ele redescobre várias coisas sobre seu passado em livros, discos, revistas e até seu antigo material escolar, redescobre também sobre o posicionamento político de sua família e da participação deles em movimentos na época da guerra, é bem interessante notar também o quanto o autor insere passagens históricas e momentos que parecem saídas de sua própria infância.
Agora a questão: recomendo ou não? Bem, a resposta seria: leia por sua própria conta e risco..rsrs