Bruce Dickinson – Chemical Wedding

Inaugurando o blog eu não poderia deixar de falar sobre isso, mais do que um álbum, foi uma experiência na minha vida! Imagine um moleque de 16 colocando esse CD pra rodar? Uma verdadeira porrada na cara! Pesado, surpreendente, moderno, coeso, acho até que me faltam elogios, na condição de fã, é claro! O álbum é todo baseado na obra do poeta e pintor inglês Willian Blake, desde a capa e o encarte, até o conteúdo lírico.
Desde a abertura com King In Crimson passando pela faixa – título, pela conhecida The Tower, e pela balada com toques folk Jerusalem até o final com The Alchemist (cujos versos finais retornam ao refrão da faixa – título, dando a idéia de um ciclo), o álbum transborda peso e criatividade do trio Bruce, Adrian Smith e Roy Z, nas composições e na execução, tanto nos vocais precisos do “mestre”, quanto na enxurrada de riffs e solos dos dois últimos (na época houve até um boato que eles teriam usado cordas de baixo nas guitarras para aumentar o peso).
Além do fato do álbum ser fantástico, na minha opinião, o melhor da carreira do Bruce, ainda há o fato de eu ter visto meu primeiro grande show justamente nessa turnê, e me lembro bem dele até hoje (ajuda o fato de eu ter o CD Scream for me Brazil e o DVD Anthology, que contém shows da mesma turnê ^^), e acho que ajudou a definir meu gosto musical dessa época em diante. Então pra inauguração do Blog, acho que fica de bom tamanho essa experiência audiovisual presencial.. rsrs

3 Respostas para “Bruce Dickinson – Chemical Wedding”

  1. uma vez batendo um papo com uma amigo meu fanatico pelo maiden na escola, eu disse que o melhor disco com o Bruce no vocal era o Chemical Wedding, ele quase me bateu.

    Pelo jeito não é só eu que penso assim!!!

  2. Rodrigues Marcos Diz:

    olha Fila, é uma situação um tanto espinhosa isso, pq afinal, os discos do Iron Maiden dos anos 80 e o primeiro do Samsom tbm são fantásticos, e teoricamente mais importantes para a história do heavy metal que o Chemical, mas não é qualquer disco que depois de 10 anos de lançamento se mantém atual e relevante…

  3. Rodrigues Marcos Diz:

    ah sim, eu escrevi “o melhor da carreira de Bruce”, mas eu estava me referindo a carreira solo =P

Deixe uma resposta