Velvet Revolver – Contraband (2004)

Boa noite, meus queridos! Mais um textículo do Fila, banda extremamamente aprovada!!!

Anos 2000!!! O ano do questionamento: será que o Bug do Milenio realmente iria acontecer? Será que a profecia de Nostradamus iria se cumprir? Porém a maior duvida que ainda virava o milenio era: Será que esse ano sai o novo album do Guns n’ Roses?

Para infelicidade e tristeza geral dos fãs ardosos da “Banda mais perigosa do mundo” ele saiu, depois de muita enrolação e foi sinônimo de frustação para todos, mas bem antes desse mico musical e após o suposto “fim” da banda, uma outra grande banda surgiu nesse meio tempo e conseguiu deixar a sua marca registrada na historia do Rock mundial, estou falando do “Velvet Revolver”.

Após sua saída (ou expulsão – entenda como quiser) do Guns n’ Roses, Slash andou se aventurando em carreira solo e em projetos não tão bem sucedidos (como o caso do Slash’s Snakepit), após as suas aventuras e desventuras, o mesmo junto com os ex-Guns também Duff McKagan (Baixo) e Matt Sorum (Bateria) decidem montar uma banda, Izzy Stradlin que fazia 2ª Guitarra na classica formação do Guns n’ Roses chegou a ser convidado para integrar a banda, mas após recusar o convite, a banda fez de Dave Kushner, o mais novo integrante.

E para assumir os vocais um dos maiores icones dos anos 90, o ex-Junkie-Man e ex- Frontman do (na epoca fálido) Stone Temple Pilots, Scott Weiland. Com esse time de feras estava formado o Velvet Revolver, a mais importante banda dos anos 2000.

Após o lançamento da canção “Set Me Free” para a trilha sonora do filme o Hulk, o quinteto (Fantástico?) entra em estudio e no ano de 2004 lança o todo poderoso “Contraband”.

Contraband é um casamento perfeito entre o Hard Rock, Rock de Garagem e Punk Rock, mostrando que simplicidade musical também é uma virtude.

Os principais destaques do albuns são os singles: Slither, a acelerada Dirty Little Thing, a belíssima balada Fall to Pieces onde Slash nos presenteia com um solo característico que esta lado-a-lado com os já clássicos solos de “Sweet Child o’ Mine” “Estranged” e “Paradise City”, além da grande interpretação de Scott Weiland. Além da já citada “Set me Free”.

Porém eu ouso a dizer que o disco todo merece destaque, desde a abertura com as nervosas: “Sucker Train Blues” e “Do It For The Kids”, passando pela “tinha-tudo-pra-ser-hit” Big Machine, além das minhas favoritas: “Spectacle”, “Headspace”, “Superhuman” essa ultima usa e abusa de elementos eletronicos.

Bem Eu poderia passar o dia inteiro falando da magnitude de Contraband, mas o post excederia o limite de caracteres permitidos e seria uma tremenda falta de educação da minha parte agir assim em um blog que nem é meu hehe, mas antes de encerrar eu gostaria de criar uma polemica afirmando que há 18 anos atras o Guns N’ Roses lançou dois albuns simultaneamente que de certa forma foi marcante para a historia do Rock. Treze anos depois tres integrante da mencionada banda sem pretenção nenhuma lança um album super simples em termos de produção, porém muito mais sincero e mais verdadeiro que o tão badalado Use Your Ilusion. Isso sim é Rock!!!

Nota do Marcos: Esse cabeçudo esqueceu do clipe: Lá vai, Dirty Little Thing…. Get Away, Get Awaaaay….rsrsrs


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