Toca Raul!!!

Postado em Uncategorized em Agosto 21, 2009 por Marcos Rodrigues

Vou prestar uma singela homenagem a esse cara, que foi um dos maiores ícones do Rock’n'roll e da musica brasileira em geral! Se escreveu maluquices e viajou em drogas, também disse muitas verdades em suas músicas e está pra sempre marcado na História da nossa musica. TOCA RAAUUUULLL!!

Eu queria colocar “Tente Outra Vez” de qualquer jeito, ai achei essa montagem no Youtube, já avisei o autor, podem ficar tranquilos..rsrs

Velvet Revolver – Contraband (2004)

Postado em Recomendados, anos 2000, resenhas em Agosto 20, 2009 por Marcos Rodrigues

Boa noite, meus queridos! Mais um textículo do Fila, banda extremamamente aprovada!!!

Anos 2000!!! O ano do questionamento: será que o Bug do Milenio realmente iria acontecer? Será que a profecia de Nostradamus iria se cumprir? Porém a maior duvida que ainda virava o milenio era: Será que esse ano sai o novo album do Guns n’ Roses?

Para infelicidade e tristeza geral dos fãs ardosos da “Banda mais perigosa do mundo” ele saiu, depois de muita enrolação e foi sinônimo de frustação para todos, mas bem antes desse mico musical e após o suposto “fim” da banda, uma outra grande banda surgiu nesse meio tempo e conseguiu deixar a sua marca registrada na historia do Rock mundial, estou falando do “Velvet Revolver”.

Após sua saída (ou expulsão – entenda como quiser) do Guns n’ Roses, Slash andou se aventurando em carreira solo e em projetos não tão bem sucedidos (como o caso do Slash’s Snakepit), após as suas aventuras e desventuras, o mesmo junto com os ex-Guns também Duff McKagan (Baixo) e Matt Sorum (Bateria) decidem montar uma banda, Izzy Stradlin que fazia 2ª Guitarra na classica formação do Guns n’ Roses chegou a ser convidado para integrar a banda, mas após recusar o convite, a banda fez de Dave Kushner, o mais novo integrante.

E para assumir os vocais um dos maiores icones dos anos 90, o ex-Junkie-Man e ex- Frontman do (na epoca fálido) Stone Temple Pilots, Scott Weiland. Com esse time de feras estava formado o Velvet Revolver, a mais importante banda dos anos 2000.

Após o lançamento da canção “Set Me Free” para a trilha sonora do filme o Hulk, o quinteto (Fantástico?) entra em estudio e no ano de 2004 lança o todo poderoso “Contraband”.

Contraband é um casamento perfeito entre o Hard Rock, Rock de Garagem e Punk Rock, mostrando que simplicidade musical também é uma virtude.

Os principais destaques do albuns são os singles: Slither, a acelerada Dirty Little Thing, a belíssima balada Fall to Pieces onde Slash nos presenteia com um solo característico que esta lado-a-lado com os já clássicos solos de “Sweet Child o’ Mine” “Estranged” e “Paradise City”, além da grande interpretação de Scott Weiland. Além da já citada “Set me Free”.

Porém eu ouso a dizer que o disco todo merece destaque, desde a abertura com as nervosas: “Sucker Train Blues” e “Do It For The Kids”, passando pela “tinha-tudo-pra-ser-hit” Big Machine, além das minhas favoritas: “Spectacle”, “Headspace”, “Superhuman” essa ultima usa e abusa de elementos eletronicos.

Bem Eu poderia passar o dia inteiro falando da magnitude de Contraband, mas o post excederia o limite de caracteres permitidos e seria uma tremenda falta de educação da minha parte agir assim em um blog que nem é meu hehe, mas antes de encerrar eu gostaria de criar uma polemica afirmando que há 18 anos atras o Guns N’ Roses lançou dois albuns simultaneamente que de certa forma foi marcante para a historia do Rock. Treze anos depois tres integrante da mencionada banda sem pretenção nenhuma lança um album super simples em termos de produção, porém muito mais sincero e mais verdadeiro que o tão badalado Use Your Ilusion. Isso sim é Rock!!!

Nota do Marcos: Esse cabeçudo esqueceu do clipe: Lá vai, Dirty Little Thing…. Get Away, Get Awaaaay….rsrsrs


Coral CLAP – Abre vagas para novos integrantes!!!

Postado em Recomendados em Agosto 19, 2009 por Marcos Rodrigues

Estou fazendo aqui um favor para a minha amiga Andresa, regente do Coral Clap, para cultura da nossa região e também para o meu passado, afinal passei alguns anos ao lado desse pessoal e aprendi demais com todas as pessoas que conheci por lá! Muita gente tem impressão errada de um coral, acha que é uma coisa única e exclusivamente de igreja ou religião, não é bem assim, principalmente no Clap, o coral pra mim foi uma experiência única, como já disse, aprendi demais por lá, fiz muitos amigos, me diverti demais também, até pra me desligar dos meus problemas servia! Eu recomendo que conheçam esse trabalho! Abaixo o cartaz e o realease do coral Clap:


Coral CLAP - Abre vagas para novos integrantes!!!

Coral CLAP - Abre vagas para novos integrantes!!!

HISTÓRICO

Grupo independente da cidade de Jundiaí (SP) que iniciou seus ensaios em maio de 1993, sob regência da maestrina Cláudia de Queiroz. Seus integrantes são jovens entre 15 e 30 anos de idade.

O nome Clap veio como sugestão a partir da primeira música que o grupo apresentou em público, no ano de 1994, “Clap your Hands”, do compositor americano George Gershwin.

O grupo, desde a sua formação, realizou diversas apresentações na cidade de Jundiaí e região do Estado de São Paulo, a destacar: Mogi Guaçu, Várzea Paulista, Louveira, Jarinu, Indaiatuba, Santa Bárbara d’Oeste, Bragança Paulista, Tatuí, Guarulhos, Arujá e São Paulo.

No final de 1995, com uma nova proposta de trabalho – cênica – apresentou o espetáculo intitulado “TV Clap”, cuja idéia era mostrar alguns minutos da programação de uma TV.

Em 1996, participou da comédia musical “Lembranças do Mambembe”, com direção cênica de Wagner Nacarato.

No ano de 2000, sob nova direção, passou a ter como regente a maestrina Elisséia Duarte.

Organizou o Intercâmbio Coral Brasil-Chile em 2003, nas cidades de Jundiaí, São Paulo, Campinas, Itatiba e Jarinu (Brasil), e, participou do Intercâmbio Coral Chile-Brasil em 2004 em Santiago e Los Andes (Chile), apresentando o espetáculo intitulado “Das Bandas de Jundiaí…” sob direção cênica de Marcelo Peroni.

No período de fevereiro de 2006 a agosto de 2007 teve como regente-assistente Fernanda Peres Gilberti e, desde setembro de 2007, conta com a participação da pianista Ana Carolina Tarício.

Nos últimos anos, tem participado de alguns concertos da Orquestra de Câmara de Repertório da Escola de Música de Jundiaí, a destacar: “Ode for St. Cecilia’s Day – Welcome to all the pleasures” de Henry Purcell (Nov/2006), “Antiphona de Nossa Senhora” de Lobo de Mesquita (Out/2007) e “Magnificat” de Antonio Vivaldi (Mai/2008).

A partir de agosto de 2008 o coral passou para a regência da maestrina Andresa Kinjo, e se apresentou pela cidade com um repertório de musica popular brasileira e temas de filmes.

Em 2009 o passou a ter como pianista e monitora Fabíola Ribeiro de Paula. O grupo está desenvolvendo um repertório de temas de desenhos animados e pretende apresentar um mini-musical com as peças no final do ano.

Taylor Hawkins & The Coattail Riders – Taylor Hawkins & The Coattail Riders (2006)

Postado em Recomendados, anos 2000, resenhas em Agosto 18, 2009 por Marcos Rodrigues

Conforme prometido, voltamos a coluna dos anos 2000, dessa vez com um texto escrito pelo Fila, confesso que não conhecia o projeto, mas fiquei impressionado com a desenvoltura do moço com as baquetas e vocais ao mesmo tempo!

Fila, me desculpe por ter substituído o link que do Clipe que você me mandou, mas eu não estava conseguindo fazer o embedded com aquele, mas acho que veio bem a calhar esse outro, pois é ao vivo e vem com a intro da YYZ do Rush de bônus! Agora deixo os diplomatas com as palavras do Fila:

Revelado na banda de ninguém mais, ninguém menos que Alanis Morrissete, e aclamado no Foo Fighters, uma das melhores bandas de rock da atualidade, nada mais precisaria provar o baterista Taylor Hawkins não é mesmo? Mas como diria o mestre Zagallo: “Ai sim fomos surpreendidos novamente”.

No ano de 2006, Taylor Hawkins nos presenteia com o seu projeto solo intitulado de “Taylor Hawkins & The Coattail Riders”. A banda conta com: Gannin nas guitarras e Chris Chaney seu parceiro de cozinha nos tempos de Alanis Morissete no baixo. Além de Taylor Hawkins que com muita competência e técnica assume as baquetas e nos surpreende mais uma vez, como o vocalista principal desse projeto. Ele já havia feito essa experiência com o Foo Fighters pela primeira vez interpretando o Classico “Have a Cigar” do Pink Floyd (com a participação mais do que especial de Brian May nas guitarras) que entrou na Trilha Sonora do Filme Missão Impossivel II. E depois no álbum “In Your Honor”, onde canta a belissima “Cold Day in the Sun”.

É claro que semelhanças e comparações com a sonoridade do Foo Fighters sempre irão surgir, mas eu arrisco a dizer que o que grande diferencial do projeto solo do Taylor Hawkins, além de seus vocais, é a maneira como o mesmo toca o seu instrumento. Em inúmeras entrevistas Taylor já admitiu não ter liberdade musical dentro do Foo Fighters, que pelo fato de Dave Grohl ser um consagrado baterista, ele limita as idéias de Hawkins, fazendo com que só a sua idéia e sua maneira de tocar prevaleça. Portanto se no Foo Fighters, Taylor Hawkins não tem liberdade musical, nesse debut álbum de sua banda ele deixa bem claro que teve toda liberdade possível, pois os arranjos de bateria estão super elaborados, o que deixa a impressão de ser um cd feito especialmente para bateristas (assim como os de Satriani para os guitarristas, e Marcus Miller para os baixistas).

“Louise” a faixa de abertura é um exemplo bem claro dessa tese, a dificílima introdução de bateria e o andamento da mesma em todo o decorrer da musica nos faz questionar: “Seria Taylor capaz de executar essa musica ao vivo, cantando e tocando?” pior que Ele consegue. A musica em si é um Pop –Rock animado, como Foo Fighters (ta vendo? É impossível não lembrar deles) e Taylor como já previsto nos mostra um grande cantor.

“Walking Away” a próxima canção tem uma levada mais pesada, mais grunge, mas sem fugir do contexto sonoro do disco. Já “Running in Place” é um grande destaque que merece ser analisado devido a sua mudança constante de sonoridade no decorrer da canção, ela se inicia a voz e violão, depois se incorpora aos instrumentos restantes tornando se uma linda balada, passado o refrão ela cai levemente o ritmo e vai se entregando aos poucos a uma batida Rock n’ Roll 70’s, quando menos esperamos somos surpreendidos com uma pegada Rock n’ Roll/Jazzista onde Taylor Hawkins abusa do virtuosismo e executa em sua bateria contra-tempos que deixaria até o mais fã de Mike Portnoy de queixo caído.

Outros grandes destaques do disco são: a belssima balada “End of the Line”, a também surpreendente “Wasted Energy”, com sua introdução folk/Country que se transforma em um Rock de primeira, “Get Up I Want to Get Down” onde mais uma vez Taylor prova ser um baterista virtuoso, executando elaborados contra-tempos. E “You Drive Me Insane” um Rock n’ Roll básico, onde Hawkins demonstra não ser apenas um excelente baterista, mas um grande vocalista, minha canção favorita.

No momento o Taylor Hawkins & The Coattail Riders, se encontra parado, um imenso desperdício pois além de ser uma super banda com canções geniais, esse seria o momento propicio para a ascensão do grupo, já que o Foo Fighters anunciou hiato desde o ano passado sem previsão de volta.

No entanto esse disco veio acima de tudo mostrar que apesar de sua imensa carreira como baterista, Taylor Hawkins tinha muito ainda o que provar e simplesmente provou.

Videoclipe: Louise

Ouvindo essa semana (16/08/09 a 22/08/09) – Parte 2

Postado em Ouvindo essa semana... em Agosto 17, 2009 por Marcos Rodrigues

Alice in Chains – Black Gives Way To Blue (Singles): Um post para complementar o anterior, consegui essas musicas a tarde – na verdade eu baixei lá do Combe do Iommi (http://comberocks.blogspot.com), mas sabe-se lá por qual motivo, razão ou circunstancia, não se encontra mais por lá. Na verdade, tratá-se de uma prévia do vindouro álbum do Alice In Chains, já com o novo vocalista, Willian DuVall, substituindo o falecido Layne Stayley e contém apenas duas musicas, que, graças a Deus, mantem as características do Alice.., são elas: “A Looking In View”, com um andamento bem arrastado, pesado e depressivo, vocais dobrados de DuVall e Jerry Cantrel e um que de Heavy Metal nos riffs (e na duração, mais de 7 minutos), já “Check My Brain”, um pouco menos pesada e um tanto mais melodica, mas sem fugir da sonoridade do Alice In Chains.

PS: do começo até o meio dessa década tivemos um boom de voltas de bandas dos anos 80, será que agora no final teremos um boom dos anos 90? Basta ver as voltas q andam ocorrendo, Alice In Chains, Faith No More, Smashing Pumpkins, Rage Against The Machine e Mr. Big (apesar de  ter começado no finzinho dos 80 e ter mais essa sonoridade, fez sucesso mesmo nos 90), já botaram suas manguinhas de fora, torço então por duas coisas, para que os Chili Peppers lancem um álbum resgatando a sonoridade dos seus álbuns dos anos 90 (depois da turnê do Chickenfoot hehehe) e que Dave Grohl e Chris Novoselic não inventem alguem no lugar do finado Kurt e saiam fazendo barulho com o Nirvana denovo…haahahah

Ouvindo essa semana (16/08/09 a 22/08/09)

Postado em Ouvindo essa semana... em Agosto 17, 2009 por Marcos Rodrigues

Boa tarde, vitrolautas (se é que existe algum)!! A partir dessa semana, vou criar um post semanal com o que eu ando ouvindo, e algumas impressões iniciais sobre a banda (se for nova ou álbum novo),  é fato que, geralmente, eu ouço tudo no MP4 dentro do ônibus, então posso cometer grandes besteiras..rs

PS: Não abandonei a coluna das bandas dos anos 2000, e até tenho material novo, escrito pelo Fila, pra publicar, logo logo teremos novas resenhas!

Então vamos lá:

Titãs – Sacos Plásticos: Já está no meu MP4 há algumas semanas, eu praticamente não ouvi nada dos Titãs depois do disco de covers “As 10 mais”, com excessão do “MTV ao vivo”, ou seja, eu não conheço muito da sonoridade recente deles, me parece um álbum bem legal, com algumas experimentações interessantes e boas letras, vale a pena conferir, e inclusive, terei a oportunidade de conferir mais um show deles no fim desse mês, volto aqui pra falar disso depois, destaque? as primeiras faixas “Amor ao Dinheiro”, “Antes de Você” (é meio brega, mas quem disse q eu não gosto de brega?) e a letra bem sacada da faixa título!

Bittencourt Project – Brainworms I: Esse não sai do MP4! Eu escuto direto! Como o nome diz, é o projeto paralelo do Rafael Bittencourt, guitar do Angra. É um metal mais prog que o Angra, trás o Rafael surpreendendo nos vocais, bastante originais e comentendo uma sonzera atrás da outra, não é a toa que ele é o principal compositor do Angra, esse álbum merece uma resenha mais detalhada e terá, dentro da coluna das bandas dos anos 2000, mas de qualquer modo, vão ouvindo “Holding Back The Fire” (refrão mais bonito dos últimos anos) e “Dark Side Of Love”, uma bela balada com uma percussãozinha brasileira ao fundo, dando um “molho”.

Place Vendome – Place Vendome: Outro que está há tempos no MP4! Cara só uma coisa a dizer: MICHAEL KISKE. Ouvir o Kiske, cantando PRA CARALHO, um Hard/AOR anos 80, ah meu amigo, isso é lindo demais! Não é novo, mas pouca gente conhece, confiram, esse é o primeiro álbum e já saiu o segundo. Se um dia minha emoção passar eu escrevo uma resenha mais detalhada também!

Demônios da Garoa – 60 Anos Ao Vivo: Eu costumo dividir musica em dois estilos só: musica boa e música ruim, por isso eu ligo o FODA-SE e escuto o que eu acho bom, e só pelo título do álbum dá pra ver que é bom né? Que banda ruim se manteria por 60 anos na ativa? As harmonias vocais dos caras são sensacionais, e chega a emocionar o carisma e a vitalidade dos tiozinhos no palco (muito embora hoje já não tenha mais nenhum membro fundador na formação), todas as grandes composições do mestre Adoniran Barbosa estão presentes e são, realmente, muito inspiradas… é óbvio que “Trem das Onze” é o destaque máximo né? A curiosidade fica pelo fato de “Samba do Arnesto” ter sido uma das musicas que cantei na minha primeira apresentação de Coral, ainda pelo Coral Divino Canto de Várzea Paulista =]

Pain Of Salvation – Scarsick: Mais uma das minhas bandas preferidas, muitos falam que Daniel Gildenlow é um gênio, outros que é super-estimado, eu não sou tão extremista nesse caso, mas que eu gosto desse cara e de suas maluquices, ah isso eu gosto! E esse é um dos álbuns mais doidos dos caras, dá pra notar nas primeiras musicas que os negos viajam longe, desde algo próximo do tal “new” metal, balada e até Punk Rock a lá Bad Religion, achou pouco? Então confira Spitfall, pesadaça e com ecos do Hip-Hop do Eminen e Disco Queen, fusão de Prog Metal e musica Disco!

Viper – All My Life: Outra banda que eu sou fã! Quando foi anunciado que eles escolheriam um novo vocalista, pra voltar ao estilo dos primeiros álbuns eu fiquei realmente empolgado, e a escolha não poderia ser melhor, Ricardo Bocci foi aluno do André Matos e segue a mesma linha de seu mestre, embora com um enfoque mais Hard Rock, uma ressalva, é que eles não voltaram tanto as origens, ou seja, não fizeram um “Theater Of Fate Part II”, é um álbum bem mais pesado, direto e um tanto mais moderno que o “Theater..”, atualizando bem o som da banda, pena que foi só fogo de palha e a banda está parada denovo…

Symphony X – Paradise Lost: não tenho muito o que dizer, conheço pouco o som da banda, só sei que esse está bem mais pesado que o pouco que eu conhecia de antes, fato é que os caras tocam pra caralho e Russel Allen é um senhor vocalista. Vou ver se “ovo” com mais atenção..rs

U2 – Best OF 1990 – 2000: U2 é uma das maiores bandas de Pop Rock da história, não tenho muito o que falar deles. Essa é a segunda coletanêa lançada pela banda, quando eles resolveram se reinventar, destaques pra então inédita “Beautiful Day”, pra trilha sonora do Batman Forever (e uma das poucas coisas que se salvam naquele filme, junto com a Nicole Kidman e o Jim Carrey..rs) “Hold me, Trill Me, Kiss Me, Kill Me”, além de duas das musicas e letras  mais bonitas já feitas: “One” e “Stay(Far Away, So Close)”!

Phil Collins – Hits: Não sei se estou a altura de comentar esse álbum, em primeiro lugar, Phil Collins foi um dos poucos vocalistas que conseguiram substituir outro numa banda gigante, como o Genesis, Peter Gabriel era extremamente carismático e o Genesis fazia um grande sucesso, portanto isso não é tarefa para qualquer um! Além disso, a formação com Phil Collins conseguiu um sucesso superior ao da formação anterior (tá, deram uma “empopada” no som) e digo mais, Phil Collins é um dos poucos artistas que conseguiram estar no mesmo nível de qualidade e sucesso tanto também na carreira solo… “Easy Lover”, “Another Day in Paradise”, “Against All Odds”… precisa de mais alguma prova de qualidade e bom gosto?

Machines Of Grace – Machines Of Grace: Esse é recente, é um projeto novo, envolvendo dois ex-integrantes do Savatage, o vocalista Zak Stevens e o baterista Jeff Plate, só por isso já merece atenção, na minha opinião lembra um pouco a ex-banda dos caras, aquele conhecido Hard/Heavy estiloso, mas sem as tecladeiras já conhecidas, mas eu ainda ouvi pouco, e a voz do Zak é marcante demais, portanto sempre lembrará o Savatage… a faixa que mais ficou na minha cabeça foi a balada “This Time”, que é muito bonita e vêm em duas versões, elétrica e acústica (será que é por que eu “ovo” duas vezes a cada nova audição do álbum que ela marcou?…hahaha)

Virgo – Virgo: Esse eu já comecei a escrever a resenha, lá pra coluna das bandas dos anos 2000, mas me bateu uma falta de inspiração e não terminei, só digo que: NÃO FOI CULPA DO ÁLBUM, esse álbum é sensacional, muito variado e inspirado, simplesmente não tem NADA a ver com Heaven’s Gate, Angra, Viper ou qualquer banda que André Matos e Sascha Paeth se envolveram antes de criar o projeto!

Freddie Mercury Tribute: é aquele famoso show que foi realizado no estádio Wembley em 1992, trás os integrantes do Queen junto com outros vocalistas e músicos famosos interpretando musicas do Queen (e algumas musicas próprias), nem vou me alongar muito, tem o David Bowie, Lisa Stansfield, Annie Lennox, George Michael, Robert Plant e Roger Daltrey mandando muito bem, James Hetfield mais ou menos e o ganso rouco chamado Axl Rose cagando no pau em Bohemian Rhapsody e We Will Rock You…

Cachorro Grande – Cinema: é o novo deles, só ouvi uma vez… só posso dizer que está bem diferente do que costumava ouvir deles, vem bem naquela linha dos Beatles pós-White Album, isso por si só é um grande elogio rsrs.. mas ainda não decidi se gostei ou não…

Paralamas do Sucesso – Arquivo (1990): Têm todas as musicas carne-de-vaca dos anos 80, é legal, divertido e tal, mas eu prefiro as musicas mais recentes…

Paralamas do Sucesso – Acústico MTV: Na época que saiu, eu era bem mais true e torci bem o nariz, principalmente pra versão que fizeram pra “Que País é Este” da Legião Urbana, mas hoje eu ouço e vejo que os arranjos ficaram bem interessantes, principalmente de “Fui Eu” e “Uns dias”

Ufa…. eu achei que o post ia ser curto….

Shaman – Ritual (2002)

Postado em Recomendados, anos 2000 em Julho 29, 2009 por Marcos Rodrigues

O Shaman foi fundado em 2000,depois dos desentendimentos que resultaram na saída de 3 membros do Angra, o vocalista André Matos, o Baixista Luís Mariutti e o baterista Ricardo Confessori, juntando-se a eles o guitarrista Hugo Mariutti, irmão do baixista Luís, o nomeda banda vem da musica “The Shaman” do álbum Holy Land do Angra e dos temas que a banda procurava para suas musicas. Mais tarde tiveram que mudar o nome para Shaaman, por problemas de patente, lançaram mais um álbum com essa formação, o fraco Reason (2005) que não segue a linha do primeiro álbum (uma pena..) e se separam, ficando só o baterista Confessori, junto com outros músicos que lançou o disco Immortal (2008), atualmente a banda se encontra parada, devido a volta de Ricardo Confessori ao posto de baterista do Angra.

O Shaman consegue inovador nesse álbum, soando parecido com o Angra da formação clássica, mas com sensíveis diferenças que tornam esse álbum bastante interessante, como o trabalho de guitarras de Hugo Mariutti, com solos menos técnicos e mais bem encaixados que os do Kiko Loureiro, além de bases e riffs mais pesados (inspirados nos guitarristas que passaram pela banda do Ozzy Osbourne, como o mesmo citou em entrevistas da época), e também o fato do André Matos estar voltando a cantar em tons mais agudos no estilo que o consagrou – e que ele havia abandonado no álbum Fireworks (1998) do Angra – e, principalmente pela temática e sons de fora do Heavy Metal que a banda buscou para o álbum, enquanto que, no Angra, a musica brasileira e a musica clássica caminhavam junto com o Metal, no Shaman eles resolveram abrir o leque buscando referencias em sonoridades de musicas de diversos países, rendendo o apelido de “World Metal” dado por alguns (em alusão a World Music, que tem o mesmo principio), mas indo mais afundo ainda, as letras versam sobre religiões e rituais (daí os nomes, além do da banda, o do álbum) desses países. Vou falar mais especificamente sobre algumas faixas de maior destaque pra exemplificar melhor:

Ancient Winds: é uma musica instrumental que serve como introdução do álbum, não uma intro propriamente dita, já que é bastante longa pra isso, é conduzida principalmente por teclados e alguma percussão, juntando vários sons “ambientes” num clima bastante misterioso, prepara bem o ouvinte para o espírito do álbum.

Here I Am: faixa mais rápida e pesada do disco (excetuando Pride), é também a que lembra mais os tempos de Angra, embora aqui Hugo Mariutti já comece a colocar suas manguinhas de fora.

For Tomorrow: Em minha opinião, a melhor música do álbum, a introdução gravada com violões e flautas de bambu, típica dos países andinos (todo mundo já viu aqueles tiozinhos tocando/vendendo CD’s gravados nessas flautas, ou mesmo tocando ao vivo, principalmente nos centros de grandes cidades…rs), a “latinidade” no andamento da musica, os vocais mais contidos no começo, crescendo durante a musica e a bela letra a tornam muito especial!

Time Will Come: a primeira musica da banda a aparecer na mídia, fora lançada antes, numa outra versão, num Promo-CD, aqui numa versão mais caprichada, desde a intro ao piano, até o refrão melódico e com direito até a solo de gaita de fole no meio da musica!

Over Your Head: essa versa sobre os ataques terroristas de 11/09/2001 e tem propositalmente uma sonoridade árabe, contando, inclusive, com instrumentos de percussão árabe, uma letra “profética”, e pra completar a salada, um solo de violino elétrico, com distorção e wah wah, gravado pelo grande musico Marcos Vianna (Sagrado Coração da Terra), desembocando num solo de teclado feito por Derek Sherinian (Dream Theater, Malmsteen, Planet X, etc etc..), posso chamar de salada bem temperada…rs

Fairy Tale: Foi composta na época do Fireworks do Angra ainda, sendo deixada de fora por seu forte acento folclórico (celta), tendo como intro um trecho de uma peça para coro renascentista (que não me lembro o nome nem o autor, e estou com preguiça de pesquisar à 1:30 da manhã, só lembro de ter visto um grupo cantá-la =P ), é uma balada conduzida ao piano por André Matos, alternando entre vocais contidos nas estrofes e extremamente agudos nos refrões, e passagens acústicas e pesadas respectivamente. A curiosidade por conta dessa musica é o fato dela ter entrado na trilha sonora da novela “O Beijo do Vampiro” da Rede Globo, tornando-se a faixa mais conhecida do álbum e da banda.

Ritual: Misteriosa, pesada e cadenciada, a letra descreve o tal “Ritual”, resume bem o álbum, tanto musicalmente, quanto liricamente.

Pride: Quase uma bônus track, pois está bem deslocada do resto do álbum, foi composta já no estúdio de gravação, enquanto os membros da banda passavam um som do Motorheäd (!!), portanto é bem rápida e pesada, nela o vocalista Tobias Sammet (Edguy) retribui a participação de André no seu projeto Avantasia. Mas mesmo fora do “escopo” do álbum é bem legal pra fazer cara de mau, banguear e fazer \m/ com a mão…hahahah.

Pra Ilustrar a matéria, justamente a música da novela, Fairy Tale e seu caprichadíssimo clipe, com a participação da modelo Pietra Ferrari nos agraciando com sua beleza (ai.. ai…):

Masterplan – Masterplan(2003)

Postado em anos 2000 em Julho 25, 2009 por Marcos Rodrigues

O Masterplan foi formado inicialmente pelos então integrantes do
Helloween, Roland Grapow (guitarra) e Uli Kusch (Bateria), descontentes com o som feito pela banda no álbum The Dark Ride, e ouvindo muito o som de bandas progressivas como Symphony X, eles montam um projeto paralelo que deveria ser Prog e que contaria, inclusive, com a participação do vocalista do próprio Symphony X, Russel Allen, mas como ambos foram “convidados a se retirar” do Helloween, assim o Masterplan se tornou a banda principal dos dois, mas Russel acabou não participando da banda, para seu lugar foi recrutado o fenomenal Jorn Lande (apelidado por alguns de “Cover dele” rsrs), que acabara de sair do Ark, para o baixo o ex-integrante do Iron Savior, Jan S. Eckert e para o teclado, o musico de apoio do Gamma Ray, Axel Mackenrott (apesar dos teclados no álbum terem sido gravados por Janne Wirman do Children Of Bodom).

Ao contrário do que era de se esperar, os caras não foram tão fundo no Prog, mas juntaram referências vindas do Metal Melódico que faziam no Helloween, mas dando uma cara mais moderna e pesada e acrescentaram também algo do Hard Rock dos anos 70, assim fazendo um som com cara atual mas com um pé no passado, dando a deixa perfeita para o Jorn fazer um golaço de placa atrás do outro soltando sua voz versátil em interpretações fenomenais. Outro diferencial da banda está trabalho de guitarras de Roland Grapow, despejando riffs pesados e solos certeiros, eficientes, que complementam perfeitamente as musicas, diferente das bases mais alegres feitas no Helloween ou dos solos neoclássicos de seus álbuns solo (ou cópias descaradas do Malmsteen, como queiram), já a batera precisa e técnica de Uli Kusch dispensa comentários para quem ouviu seus álbuns no Helloween, os teclados também contribuiam para criar um clima misterioso/melancólico em torno do som da banda. Quanto às musicas, fica difícil destacar alguma individualmente, já que o álbum é bastante homogêneo em termos de qualidade e nivelado por cima! Mas posso citar o primeiro single, Enlighteen Me, pesada, cadenciada e misteriosa, algo totalmente inesperado pelos fãs na época, a veloz e de refrão forte Crawling From Hell, a totalmente Helloween dos anos 80 Heroes, com a participação do próprio ex-vocalista (e arroz-de-festa) do Helloween, Michael Kiske, fazendo um dueto dos sonhos com o Jorn, sem esquecer da balada “whitesnakeana” When Love Comes Closer (balada falando de dor-de-cotovelo com o Jorn cantando vai sempre lembrar Whitesnake, não adianta).

Vale lembrar que esse álbum vinha numa embalagem bastante caprichada, que incluía, além do álbum em si, o primeiro EP da banda, Enlighteen Me e continha até o clipe da Enlighteen Me, bem legal mesmo!

Depois desse álbum o Masterplan viria a lançar ainda com essa formação o bom Aeronautics, e perderia o batera Uli e o vocal Jorn (que dizem as más ou boas línguas que estaria voltando à banda) e lançaria o álbum MK II, mas isso fica para uma outra hora (igual final de filme do Conan, mano)

Abaixo o Clipe de Enlighteen Me:

Anos 2000 (ou a morte da música)

Postado em anos 2000 em Julho 25, 2009 por Marcos Rodrigues

Inspirado pelos comentários do Fila no post anterior, resolvi fazer uma série de resenhas dos melhores discos das melhores bandas surgidas nos anos 2000, ou que sobrou pra gente ouvir, que não seja Emo, Hip-hop, Musica Eletrônica, ou simplesmente chato demais, as bandas serão: Velvet Revolver, Taylor Hawkins and The Coattail Riders, Chickenfoot (citados pelo Fila), Shaman, Masterplan, The Darkness e Cavalera Cospiracy (os quais eu tomei a liberdade de incluir), a curiosidade fica por conta de que a ÚNICA banda dessas ai que não conta com integrantes/ex-integrantes de outras bandas já conhecidas é o The Darkness….

Ê anos 2000 e seus moleques de S2 partido…..

Madrugada de férias e sem sono….

Postado em Recomendados em Julho 24, 2009 por Marcos Rodrigues

De repente me deu uma vontade de enfiar Pain Of Salvation, Ark e Tribe Of Gypsies goela a baixo de todos os Emos/Moderninhos/Antenados/Criticos de música viu….

Explico, todo mundo escreve com desdém de Heavy Metal e derivados, mas será que conhece mesmo ou é puro preconceito? Será que Radiohead e Muse são mesmo o ápice da criatividade e bom gosto?

pra ilustrar a matéria deixo um video da SENSACIONAL versão de Ain’t Talkin’ Bout Love do Van Halen que o Tribe Of Gypsies, a banda capitaneada pelo braço direito do Bruce Dickinson, Roy Z fez: